sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Equatorial Maranhão realiza mutirão de ligações novas no Residencial Canto da Serra em Imperatriz


A Distribuidora investiu cerca de R$ 5,7 milhões em obras de infraestrutura elétrica para a unidade habitacional, garantindo energia de qualidade e segurança às famílias

A Equatorial Maranhão iniciou um mutirão de ligações novas no Residencial Canto da Serra, em Imperatriz, com o objetivo de garantir energia elétrica segura e de qualidade às famílias recentemente beneficiadas pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", do Governo Federal. As equipes da Distribuidora estão atuando em regime de plantão, realizando as ligações novas e atendendo diretamente os moradores no local. Para dar mais agilidade ao atendimento, a empresa reforçou seu quadro operacional, com equipes técnicas mobilizadas e profissionais envolvidos nas atividades, além de um ponto para atendimento dento do residencial. 

Para o atendimento presencial, uma equipe exclusiva foi designada para acompanhar as demandas do residencial e orientar os moradores sobre o processo de solicitação das novas ligações. É importante destacar que os pedidos devem ser realizados diretamente nas agências de atendimento da Equatorial Maranhão. Como medida de apoio, a Distribuidora também instalou um ponto provisório de atendimento dentro do próprio residencial, facilitando o acesso dos moradores aos serviços. Até o momento, já foram realizadas quase mil novas ligações.

Além disso, a Distribuidora mantém um canal direto de comunicação com os líderes comunitários do residencial, o que tem possibilitado identificar prioridades e acompanhar de perto as demandas dos moradores e orienta que as famílias que ainda não solicitaram a ligação nova procurem a agência de atendimento da Equatorial Maranhão, onde as equipes estarão à disposição para prestar todas as orientações necessárias.

Investimentos

A Distribuidora investiu cerca R$ 5,7 milhões em obras de infraestrutura elétrica, para a execução das ligações das unidades habitacionais, ampliando a rede e assegurando o fornecimento de energia de forma segura e eficiente. O trabalho é realizado em parceria com a Caixa Econômica Federal, responsável por encaminhar à Distribuidora a documentação das famílias. Após o recebimento das documentações, a Equatorial realiza a análise conforme as regras da Resolução nº 1.000 da ANEEL e, em seguida, emite as ordens de serviço para execução em campo.

A ação integra a missão da empresa em promover o acesso à energia e contribuir para o desenvolvimento social e econômico da região, reforçando o compromisso da Equatorial Maranhão com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Pacto Global, que contribui para a melhoria da qualidade de vida da população maranhense e para o desenvolvimento sustentável do estado.

Mais Energia Maranhão

A Equatorial Maranhão segue atuando e reforçando seu compromisso em garantir o acesso à energia elétrica em todas as regiões onde atua. Recentemente, a Distribuidora iniciou também ações de novas ligações em Açailândia, no bairro Jardim Aulídia, contemplando mais de 370 moradores que apresentaram as documentações para formalização do pedido. Na ocasião, a companhia reforçou seu efetivo e mobilizou equipes técnicas em um mutirão para atender à demanda da população, reforçando o comprometimento da Distribuidora em levar mais energia para as comunidades.

"Como sempre tem feito nos momentos de maiores necessidades, a Equatorial sensibilizada com as expectativas dos contemplados das casas do Jardim Aulídia em Açailândia, estabeleceu um planejamento que contou com entendimentos com a Caixa, orientação e auxílio aos moradores na solicitação das ligações e mobilização de equipes de campo e administrativas. Esse planejamento foi essencial, pois garantiu a condução do processo dentro da normalidade, proporcionando que todos tenham acesso à energia com segurança e qualidade", pontuou o Gerente de Relacionamento com o Cliente da Equatorial Maranhão, Rainilton Andrade. 

Enem 2025: cinco eixos temáticos que podem cair na redação

Levantamento mostra temas mais frequentes e debates atuais que podem inspirar a banca

A reta final para o Enem sempre traz a mesma dúvida: afinal, qual será o tema da redação? Para a professora Candice Almeida, assessora pedagógica de Redação no Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo, a melhor estratégia não é tentar adivinhar, mas se preparar para qualquer desafio. “Esse exercício de futurologia pode ser perigoso. Primeiro, porque dificilmente você vai acertar. Depois, porque você pode se prender a um repertório e deixar de lado outras possibilidades”, alerta.

Embora o tema seja imprevisível, alguns campos aparecem com frequência e merecem atenção dos estudantes. Nas 27 edições do Enem, é possível classificar os temas da prova de redação em cinco grandes tópicos: Cidadania e Direitos Humanos, Educação e Cultura, Tecnologia e Comunicação, Meio Ambiente e Sustentabilidade, e Saúde e Bem-Estar.

Cidadania e Direitos Humanos

Líder absoluto dos temas do Enem, esse tópico apareceu 15 vezes, sendo recorrente desde 2021. Por isso, a professora de Redação do Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR), Kayanna Pinter, acredita que há uma grande probabilidade do tema deste ano estar novamente relacionado à Cidadania e Direitos Humanos.

Uma boa dica da professora é buscar conhecimento e repertório em temas relacionados às minorias no Brasil: étnico-raciais, religiosas, de gênero e sexualidade, socioeconômicas, geracionais, pessoas com deficiência, entre outras.  

Educação e Cultura 

Em segundo lugar, o tópico Educação e Cultura foi abordado em 5 provas (1998, 2006, 2014, 2017, 2019). “Essa é uma temática que há muito tempo não é cobrada no Enem e é um debate muito atual. Dentro dela, eu apostaria na questão de como a educação influencia na desigualdade social ou no processo educacional, como a mudança do Ensino Médio”, sugere Kayanna.

Segundo a professora, mesmo que não sejam escolhidos, é importante ampliar o conhecimento e entender as discussões atuais sobre esses temas porque também podem gerar argumentos e repertório para outras áreas.

Educação e Cultura também é uma das apostas do professor Marcel Costa, do IntegralMind, de São Paulo (SP). “É um eixo inevitável. O Brasil ainda sente os efeitos da pandemia na aprendizagem, vive a polêmica do Novo Ensino Médio e carrega desigualdades profundas na educação básica. Soma-se a isso a discussão sobre o papel da leitura, da produção cultural e da tecnologia na formação dos jovens”, afirma. Para ele, nomes como Paulo Freire, Durkheim e Bourdieu ajudam a enriquecer a reflexão, ao lado de relatórios da Unesco sobre metas globais de desenvolvimento.

Tecnologia e Comunicação

Apesar de só ter aparecido em três temas da redação do Enem (2004, 2011, 2018), Tecnologia e Comunicação também é uma aposta da professora Candice. Ela sugere uma relação entre tecnologia digital e adolescentes, ou ainda questões ligadas à adultização e sexualização de menores. “O Enem aborda problemas sociais persistentes. O importante é ter repertório amplo para sustentar os argumentos”, enfatiza.

Para ampliar o repertório, o estudante pode recorrer a diferentes fontes de informação além do material escolar. Candice cita os relatórios da Unesco e da ONU, que trazem dados atualizados sobre educação digital e proteção da infância, enquanto o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante argumentos jurídicos sobre a sexualização precoce. Livros como “A fábrica de Cretinos Digitais”, de Michel Desmurget, e “Sociedade do Cansaço”, de Byung-Chul Han, ajudam a compreender os impactos da tecnologia no cotidiano. “Já no campo cultural, documentários como “O Dilema das Redes” e episódios da série “Black Mirror” são excelentes exemplos para refletir sobre os efeitos da hiperconexão. Também é válido acompanhar reportagens em jornais de referência, que frequentemente discutem os desafios do ambiente digital na vida dos jovens”, sugere.

Saúde e Bem-Estar

Esse eixo apareceu apenas duas vezes (2013 e 2020) — a última, pouco antes da pandemia. E foi justamente no período da covid-19 em que explodiram os números de problemas de saúde mental — um tema que pode ser abordado em conjunto com o eixo de Tecnologia e Comunicação. 

A obesidade e o consumo de alimentos ultraprocessados são outro tema frequente nos noticiários, assim como o envelhecimento da população e os desafios para o sistema de saúde — lembrando que o SUS completa 35 anos em 2025. “Muita gente não sabe a real abrangência do SUS e utiliza o sistema público de saúde, que vai muito além dos cuidados ofertados nas unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento e hospitais”, provoca Candice. O website do Ministério da Saúde e os últimos relatórios da OMS são as dicas dos professores para embasar os argumentos.

Meio Ambiente e Sustentabilidade

Abordado nos temas da redação do Enem em 2001 e 2008, esse é o eixo que não aparece há mais tempo nas provas do Exame. Nessa área, a tendência é que sejam priorizados temas que conectam questões socioambientais globais com os desafios específicos do Brasil. “Os eventos climáticos extremos, a pressão pela preservação da Amazônia e a pauta da transição energética colocam o Brasil no centro das atenções mundiais. Aqui, teorias como a ética da responsabilidade de Hans Jonas, a sociedade de risco de Ulrich Beck e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU são referências valiosas”, sugere o professor Marcel. 

Para enriquecer os argumentos sobre os eventos extremos, Candice recomenda que os estudantes relembrem as tragédias no Rio Grande do Sul (2024) ou na Bahia (2021), relendo notícias da época. Já a Amazônia, segundo ela, segue no centro do debate internacional sobre biodiversidade, mudanças climáticas e exploração sustentável. “Apesar da COP30 ter início no dia seguinte da prova, os temas que serão discutidos na Conferência já estão no noticiário e podem ser bons argumentos se o tema da redação vier nessa área”, indica Candice.

Nesse eixo, os estudantes devem observar temas em evidência, como transição energética, poluição de rios e solos, economia circular, logística reversa e as polêmicas sobre agronegócio e preservação ambiental.